CLI, automação e desktop Linux
Terminal Noir
Tema open-source extraído deste site para dar a mesma identidade visual ao sistema inteiro e aos aplicativos que uso: superfícies quase pretas e frias, escalonadas por luminância, um único acento âmbar e um verde-esmeralda para status. Os tokens de design saíram do CSS do nandomoreira.dev e viraram ports para shell, compositor, terminal, editor, navegador e ferramentas de linha de comando, com uma variante clara em tons de papel.
O problema
O site tinha uma identidade visual definida, mas o desktop em volta dele não: cada app tinha o próprio tema escuro, com pretos, cinzas e acentos diferentes, e ajustar uma cor significava caçar o mesmo hex em uma dúzia de arquivos de configuração.
Decisões técnicas
Extrair os tokens de design do CSS do site para uma paleta só, em palette.json, com as cores nomeadas por papel (surface.base, text.muted, accent.primary) e não por valor. Os papéis de sintaxe ficam em syntax.json e apontam para nomes da paleta, nunca para hex solto. Cada port é gerado a partir dela por um script em bash e jq, então mudar uma cor é editar um arquivo e rodar make build. Os testes em bats conferem a paleta, o mapeamento de cada port e se os arquivos gerados estão em dia com a fonte. O site em Astro lê a mesma paleta e o README de cada port no build, para nunca divergir do tema.
Resultado
Publicado em licença MIT com 11 ports: Noctalia, niri, Ghostty, VS Code e Cursor, GTK 4 e libadwaita, Google Chrome, bat e delta, btop, fzf, Powerlevel10k e Obsidian. Noctalia e Ghostty já têm a variante clara. É o tema que uso no meu desktop com CachyOS, Niri e Noctalia, de onde saíram todos os prints abaixo.
Imagens






